domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
A ORAÇÃO QUE LIBERTA, CURA E AFIRMA A MINHA FÉ
PAI NOSSO
Quando eu rezo o PAI NOSSO afirmo que Deus é meu Pai, que eu sou sua filha assim como Jesus Cristo, que o seu nome é santo. Peço a Ele que o seu reino venha ao meu encontro e que a sua vontade se realize na minha vida (a vontade do Pai, não a minha vontade) não me importa onde nem como, contanto que o desejo do meu Senhor se concretize e que através da minha pessoa, como um instrumento de evangelização escolhido por Deus; transmita o real sentido do Pai Nosso que me move, me sustenta, me guia e me leva para perto do meu Pai (DEUS), que tanto me ama.
Ao dizer: "o pão nosso de cada dia nos dai hoje". Em forma de oração estou dizendo que a cada dia basta as suas preocupações. Estou pedindo ao Senhor que providencie todas as minhas necessidades daquele dia. Tudo aquilo que for necessário e nada mais. Pois o ontem não volta, o amanhã só Deus conhece e tudo o que me pertence é o presente (o hoje).
Peço perdão a Deus pelas ofensas que lhe fiz quando deixei de olhar com amor o meu irmão. Pelas vezes que deixei de ajudar o meu irmão necessitado do amor do Pai. Bastava um olhar, um abraço, uma palavra de conforto ou uma simples refeição para dizer-lhe que Deus Pai, o ama. Com esses gestos concretos aprendo a perdoar aqueles que me ofenderam.
Finalizo então o Pai Nosso dizendo: não permita Senhor que eu caia na tentação, me livra de toda maldade que existe neste mundo. Amém. Digo: Senhor não me deixa cair no pecado. Me liberta do vício da bebida, das drogas, da sexualidade desregrada, do adultério. Me ensina Senhor a caminhar contigo meu PAI DO CÉU.
Que Deus o abençoe!
Odete Freire
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
VOCAÇÃO
Alguns são chamados ao sacerdócio, a vida religiosa, ao celibato em uma determinada comunidade, ao matrimônio.
Ser pai é uma grande vocação. Por isso, vocação é um grande desafio de amor.
Amor a Deus Pai onde o sacerdote consagra toda a sua vida ao Senhor. Se disponibiliza inteiramente a servir-lo com o único objetivo de resgatar almas para Deus, de levar os seus filhos perdidos neste mundo de volta para o conforto da casa do Pai (DEUS).
Ser sacerdote é a maior prova de amor a Deus e a humanidade.
Odete Freire.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
SOLTE A SUA VOZ NO HALLELUYA!
O halleluya adventure foi palco para a galerinha radical caminhando com Maria. Apresentação de dança, jovens andando de esqueite e bike. O halleluya adventure é um chama a mais para essa turma que tanto precisa de opção de lazer e autoafirmação.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O DOM DA ALEGRIA
Muitos tentam confundir alegria com uma sensação momentânea de bem estar.
Esse bem estar, quando na forma de prazer a todo custo ou de busca por uma euforia, acaba por aprisionar na esfera das emoções, a visão que o ser humano tem da sua vida. Tudo se resumirá em sentimentos, embora o Homem possa ir muito mais além e agir com suas outras capacidades mais elevadas. Não adiantará fugir das situações, enfrente-as! Não busque artifícios que anestesiem sua percepção ao problema.
Por isso, na procura de felicidade, não podemos nos deter somente nesses pontos, até porque também, os instantes de emoções agradáveis cessarão e teremos que encarar de frente nossas lutas. Nessa hora, o vazio volta à alma, como era antes.
A alegria, tão desejada pelo ser humano, está muito acima disso. Ela é um dom de Deus.
É algo que o Senhor concede, pois está Nele e não é só sentimento.
É fruto do Espírito: “o fruto do Espírito é caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade” (cf. Gl 5, 22).
Alegria que vinda do Altíssimo, transforma-se em nosso sustento: “a alegria do Senhor será a vossa força” (cf. Nm 8, 10).
A alegria foi anunciada a Maria, mas também a toda a humanidade pelo Salvador: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor é contigo” (cf. Lc 1, 28).
O próprio Deus é quem nos convida a participar da alegria que está Nele. Nessa vida ela não será perfeita, mas deve ser almejada, buscada. Terá que ser trabalhada, por vezes, abrirmos mão de algo prazeroso em vista do que realmente é valoroso. A felicidade é pautada em valores.
“As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade que regulam nossos atos, ordenando nossas paixões. Propiciam, assim, domínio e alegria” (cf. Catecismo da Igreja Católica, art. nº 1804).
O dom da alegria que vem do Senhor, é verdadeiro e é constante, porque se sustenta mesmo nos momentos de dificuldades. Paulo estava preso injustamente, nu, tinha sofrido violência e ainda assim louvava o Senhor. Foi essa alegria que o libertou e proporcionou a conversão do carcereiro (cf. At 16, 16-40). Ser feliz é aderir à vitória que Jesus já adquiriu e faze-la ressoar em nossa vida.
Peçamos hoje, esse dom maravilhoso, que é graça do Espírito Santo.
Deus abençoe!
Sandro Arquejada - Canção Nova
domingo, 24 de outubro de 2010
Virgindade! Pra que?
Virgem é aquilo que não foi violado ou que mantém sua característica original. Comercialmente, lembramo-nos, dentre outros, dos equipamentos de informática, CD’s e DVD’s, e do óleo de azeite de primeira prensagem, isto é, sem a mistura com outro já refinado. Mas quanto ao ser humano, virgindade diz respeito a quem ainda não teve relação sexual.Infelizmente, algumas pessoas formam uma imagem pejorativa ao associarem a condição de pureza de homens e mulheres na sua sexualidade.
A sexualidade do ser humano faz parte de suas instâncias mais profundas e está interligada a todas as dimensões: na física: o prazer carnal; no psíquico: bem-estar ou tensões durante e posteriores ao ato; e no espiritual: sentido de união e complemento com a outra pessoa.
Em nossos dias há uma mentalidade (impulsionada pela mídia, pelos sistemas de saúde e governos) que divulga pensamentos errôneos sobre a sexualidade, não levando em conta o humano no seu todo. Incentiva-se, principalmente os jovens, à perda da virgindade e ao conhecimento do corpo pautado somente nas sensações prazerosas proporcionadas pelo ato sexual, sem considerar o que existe além do físico. Para isso estampam virgindade e castidade como algo retrógrado, insuportável e impossível de ser vivenciado. Levam a maioria a questionar e a ridicularizar quem se declara ainda preservado na sua intimidade e desviam a atenção dos benefícios contidos em se guardar até um compromisso definitivo.
Perder a virgindade, motivado puramente pela busca de sensações carnais, pode acarretar consequências negativas no campo psicológico: pressões, culpas e medos, os quais a pessoa pode não estar pronta para administrar. E no espiritual: une fisicamente quem ainda não se identificou na alma como continuidade um do outro, o casal ainda não se assumiu nas qualidade e defeitos de ambos.Ainda que homens e mulheres estejam sujeitos, em todas as suas dimensões, às consequências da iniciação sexual, no caso da mulher, o rompimento do hímem causa uma marca física, tornando a primeira relação muito mais impactante em seu emocional do que para o homem. E, além disso, ela coloca sua intimidade à disposição de um parceiro que, posteriormente, pode não mais querer com partilhar de sua vida, desvalorizando a entrega que ela lhe fez.
Somente dentro do matrimônio, gestado num namoro que trouxe a confiança na cumplicidade da pessoa ao lado, a vida sexual traz plenos benefícios para as três dimensões do ser: O amor e a amizade, impressos na alma durante a etapa de conhecimento, fornece aos afetos a segurança necessária para posteriormente haver a doação física. É a preparação do espírito, da mente e do corpo.
Por meio dessa entrega, homem e mulher não estão privados do que é bom e prazeroso, somente que aprendem a respeitar o tempo e o propósito de tudo o que foi criado por Deus, aguardando estarem prontos.
O Senhor está em tudo que é bom no ser humano!
Como vimos, optar pela virgindade até o matrimônio é compensador, pois assim, vivencia-se o sentido corporal da pureza, é prova de amor a Deus e a quem mostrou-se ser fidedigno de dividir o dom da sexualidade.
“Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas” (Mateus 7,6).
E para aqueles que outrora, enganados pelos incentivos mundanos, romperam com esse santo ideal, a proposta da castidade faz com que voltem a participar de todos os méritos da pureza.
O Todo-poderoso acolhe e nunca condena ninguém; e mesmo que tenhamos vivido no erro, Ele vem a nós trazendo Sua Graça. Basta querermos participar do Seu Amor.
Espere a pessoa especial que o Senhor tem para você e viva, na época certa, toda a bênção no corpo, nos sentimentos e na alma.
Que Deus o abençoe!
Sandro Ap. Arquejadamissionário Canção Nova
sandroarq@geracaophn.com
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